quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009


Essa nuvem não pára, não pára, não pára de chover em meus ombros. Já estou molhada, ensopada, com frio, com gripe... E ela chove, chove, chove demais. Tem raios, e trovões também. Hoje eu abri o guarda-chuva.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009


"Day in - day out
That same old voodoo follows me about
That same old pounding in my heart, whenever I think of you
And baby I think of you
Day in and day out
Day out - day in
I needn't tell you how my days begin
When I awake I get up with a tingle
One possibility in view
That possibility of maybe seeing you
Come rain - come shine
I meet you and to me the day is fine
Then I kiss your lips, and the pounding becomesAn oceans roar, a thousand drums
Can't you see it's love, can there be any doubt
When there it is, day in - day out "
Billie Holiday.
Não quis desistir. Não quis olhar para trás. Não quis engolir aquelas lágrimas que desciam geladas pela garganta seca. É, as palmas suavam frias e passavam pelo rosto quente e vermelho. O coração batia ora devagar, ora rápido demais. Não sabia na verdade se ia morrer, ou se sobreviveria mais uma vez. Pensou que queria morrer. Não, pensou em sobreviver. O coração cortava, cortava facinho que nem faca em isopor quente. Não doía, não doeu. Nunca doeu. Desaprendeu várias coisas. Não quis mais ser gentil.
Mas é difícil demais. Gentileza é palavra rara hoje em dia. Temo que muitos nem a conheçam, não saibam seu significado.
Chega mais perto, não, eu não quero conversar.
Vem, desce aqui comigo. Entra debaixo desse cobertor e se deixa levar dessa vez.
A música tá alta eu sei, é assim que eu gosto. E eu gosto de você.
Boa noite.